Prefiro os animais aos humanos

Esta é uma das frases que mais escuto das pessoas por aqui, na MenteNova, quando falamos sobre relacionamentos. Triste realidade dos tempos atuais.

Nunca… reforço… [nunca] as pessoas estiveram tão conectadas às outras pelas tecnologias da internet. E também nunca estiveram tão solitárias. Eu, por exemplo, morando aqui na Tailândia há pouco mais de seis meses, não perdi nenhuma qualidade de contato com todos os conhecidos no Brasil. Ao contrário, contatos até mais frequentes, e tudo graças à tecnologia. Não me sinto nem sou alguém solitário. E sei também que sou um ponto fora da curva.

A maioria das pessoas são solitárias mesmo estando extremamente conectadas. As razões são várias.

A mais contundente é a dificuldade em se relacionar. Para algumas a incapacidade de ter relações. Eis os índices, por exemplo, da depressão nos tempos atuais – o mal do milênio. Frustrações sobre frustrações causaram diversas conexões energéticas nos diversos relacionamentos fracassados pela vida. Isto está além das ilusões de que todos os relacionamentos podem acabar bem sem nenhum tipo de rancor. Podem sim, mas em números ínfimos, quase desprezíveis. A maioria dos relacionamentos deixa algo pendurado e a parte ferida nem sempre se recupera para uma nova relação.

Neste ponto em diante, padrões se repetem nos relacionamentos – parece que tudo é sempre igual. O vazio da alma não termina nunca e este vácuo suga toda a vitalidade da alma. O primeiro momento é a impotência causada em si. A falta de auto estima carrega em si uma vergonha disfarçada. A pessoa deseja apenas sumir na multidão. Deseja ficar invisível de todos. Sua única conexão com o mundo passa a ser seu perfil na rede social. Ali ela é tudo de bom. Ali reside a felicidade, sem chateações ou riscos.

E estas pessoas simplesmente carregam em si uma culpa pelo que não fizeram e pelo que não são. Culpa injusta, cruel. E a desgraça está consumada. O próximo passo é a falta de prazer pela vida. Eliminam a dor e não percebem que a mesma “anestesia” não só lhe alivia a dor mas também o prazer por aquilo que mais preza. O sal da terra deixa de ser percebido. E resta uma vida sem sabor, e sem as sensações vem um vazio ainda maior e com isto o pior dos sentimentos toma uma proporção sem igual.

Sim, falamos do medo – o maior dos sentimentos humanos. O medo é terrível se além da conta. Tão necessário para nos posicionar frente aos riscos e tão castrador quando passa de uma certa dose. O medo é muito perigoso até mais que os perigos que ele representa. E neste ponto a pessoa passa a evitar os riscos – todas as relações, as conexões de todos os tipos. E vem o isolamento social e o amor saudável que deveriam nutrir pelos seus animais, por exemplo, viram excessos, quase uma possessão. O amor não flui.

Há tempos fui chamado por alguém que queria fazer de seu cão um vegetariano. Outra que desejava ervas para tratamento energético contra magia negra para os pets. Outra que queria saber da relação de seu gato e ela em vidas passadas. E por aí vai. Animais não precisam disto. Ou não deveriam! Se precisam é por que estão sendo obsidiados em sua frágil trama energética. E esta obsessão vem de seus próprios donos – das projeções que fazem pela solidão (a velha cabeça vazia a serviço do cão, mas não o pet, entende?). Simples assim. Não é algo que as pessoas gostem de ouvir – mas não estou aqui para ser popular ou queridinho. Estou aqui para despertar consciências. Abrir os olhos. Esta é a minha proposta.

Amar os animais é nobre. E algo muito bom. Projetar suas necessidades neles deveria ser considerado crime. Deixe-os serem livres em sua escala evolutiva. Se há interferência, não é amor. E isto vale para os animais. Pessoas que dizem que preferem os animais aos humanos, em sua maioria, desistiram dos relacionamentos. E viver é relacionar. É preciso romper com esta crença de enorme risco cármico. O carma nunca é solitário.

Só há uma saída para isto tudo – e para tudo na vida. Quer uma vida melhor? Quer mais prosperidade? Quer acabar com o vazio da alma? Quer relações melhores? Quer enxergar o que não vê? Etc etc etc… o nome da solução é um só: autoconhecimento. E eis nossa tarefa aqui – prover você das melhores ferramentas para um autoconhecimento progressivo, seguro e eficaz. Faça isto, mesmo que não seja aqui, conosco. O tempo é o que há de mais valioso em sua vida. Faça valer a sua encarnação atual. Desperte. E vem conosco caminhar.

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Maria era terra. Carlos era água. O que resultou?

Maria era uma mulher como tantas outras. Com seus grilos e a necessidade de ser cuidada, amada. Longe de se sentir inferior, ela sentia a necessidade de um parceiro que cuidasse dela, e apenas dela. Algo que não conseguia explicar, mas que sentia. Não se importava com muitas coisas ao seu redor, não se identificava com nenhum rótulo, apenas sentia precisar ser a parceira ideal, de sentir a proteção que idealizava e buscar nas relações o conceito de felicidade que nutria desde sempre.

Carlos era um homem ávido pelos prazeres do sexo. Desde cedo, tudo o que fazia em sua vida tinha como motivação o destaque para que o sexo oposto. Gostava de ser admirado pelas mulheres, se sentia bem quando olhares eram direcionados a si. Seu ego inflava e seu corpo reagia com grandes doses hormonais da satisfação e felicidade. Corria riscos para conquistar as mulheres que desejava. Afirmava seu poder masculino ao seduzir todos os tipos de mulheres a sua cama.

Nem Maria nem Carlos se preocupavam com nada além de suas necessidades imediatas. Suas emoções eram inconscientes e arrebatadoras, dominavam a ambos sem dificuldades. Seus desejos distintos e complementares. Assim, ao se conhecerem, ele sendo empático e percebendo o que Maria desejava e ela se ajustando às ações de Carlos, acreditaram que eram almas gêmeas quando a paixão tomou conta deles de forma tão arrebatadora. Os momentos mágicos eram quando Carlos cortejava Maria, para Maria. Para Carlos era nos orgasmos mais intensos que sentia. Logo se viram casados e comprometidos a viverem juntos até a eternidade. Ou quase isto.

O que não era consciente para ambos era a matriz energética que possuem. Nem as leis energéticas dos relacionamentos afetivos. Maria e Carlos, como você, são seres energéticos. E, portanto, seus comportamentos, ações e emoções tem como premissa o tipo predominante e as composições energéticas que possuem. A combinação destas energias distintas é o que chamamos de matriz energética – que é individual, única e expressa nossa personalidade.

Maria tinha como base energética o elemento terra, quando a sensação de preservação, sobrevivência e medos são prioridades. Por isso buscava a segurança em um relacionamento. Ainda um sentido ancestral humano. A materialização do amor para ela é ter a sensação de possuir o parceiro sempre perto de si. Para isto ela se molda, tornando-se a mulher perfeita ao mesmo. Oferecer o melhor sexo possível, no caso de Carlos, foi o que achava ser necessário e logo se viu correspondida. Sim, ela tinha prazer também nas relações, era honesta, mas prazer não era a sua prioridade.

As necessidades de Carlos foram atendidas naquele momento. As reações hormonais ajudam a enxergar somente Maria como parceira. Ele se desfez de todos os casos amorosos. Ele está feliz e saciado. Maria se sente segura, protegida e considera que Carlos seja seu, e somente seu. O tempo passa… e algo acontece.

Diferente da base de Maria, terra, a base energética de Carlos é a água – da mobilidade, dos desejos, dos prazeres, da empatia e das culpas. Nos primeiros momentos de sua paixão ele se considerou saciado. Tinha encontrado a mulher perfeita. A companheira ideal. Uma pessoa fiel, confiável e sempre responsiva a seus anseios. Aceitou, portanto, o compromisso de longa data, pois não precisaria mais buscar o que tinha em abundância no momento. O tempo passa…

Água e terra… se há muita água, resulta em lama, deixando a terra disforme, dissolvida. Se há muita terra, a água fica imperceptível, absorvida. Se há equilíbrio, algo como argila se forma, podendo ser moldado, adaptando-se aos tempos.

Infelizmente o tempo fez com que a terra de Maria fosse tomando conta da relação. Sentindo-se segura com Carlos, deixou o sexo para o plano secundário. Apostou na amizade pois sentia que o amor estava consolidado. Logo que Carlos descobriu-se com uma amiga, e não mais uma amante, ficou sufocado com tanta água que carregava em si – mesmo amando-a. Não tardou a ocorrer a traição. Carlos carregava, a partir daí, a culpa por ter traído Maria, embora não se arrependesse do ato em si, pois teve prazer há tempos não percebido. Amava Maria. Mas traía. Para alguns algo impossível.

Este fato é verdadeiro e aconteceu com um casal mapeado energeticamente pela metodologia Fator E. Embora milhares, ou milhões, de histórias iguais ou parecidas com estas estejam acontecendo neste exato momento.

Pessoas são energias. Nada dura sem atender às características energéticas que possuem. Existem algumas leis que regem estas conexões energéticas. E isto fica muito mais evidente nas relações que possuem, em todos os aspectos, pois as energias passam a interagir sendo simpáticas ou antagônicas. Por isso o autoconhecimento energético é importante. A partir dele tudo passa a ser melhor. A vida fica melhor, pois ela também é energia.

Carlos e Maria ainda estão juntos atualmente. Se amam. Quase que superaram a grande decepção que viveram. Já compreendem o que ocorreu. Eles trabalham em si o perdão. E também entendendo como lidar com suas limitações emocionais e expandir sua visão da relação. Descobriram um novo sentido espiritual em suas vidas. Estão começando de novo, sem as ilusões de antes e com base na realidade. Estão, de fato, vivendo e evoluindo.

Faça o seu mapeamento energético e obtenha autoconhecimento para a sua vida, a partir de suas relações. Entender a si e a quem ama é algo importante. Concorda? CLIQUE AQUI para saber mais.