O Lamento dos guardiões

Houve o tempo quando éramos grandes desconhecidos, temidos e sem definições, escalas, categorias ou outro tipo de organização atribuída. Apenas éramos os Senhores da Noite, das Encruzas e das Calungas – cemitérios.

Houve o tempo quando éramos ignorados, sendo mal visto em todas as organizações religiosas, algo marginal, definido como mal necessário por muitos.

Houve o tempo dos grandes mistérios, dos ensinamentos ocultos, das magias perfeitamente entendidas e direcionadas conforme a organização espacial.

Estes tempos, como muito do respeito desejado e necessário nos campos espirituais, se foram. Em nome de um progresso e dos interesses materiais dos religiosos cegos e ávidos por uma autoafirmação infantil, deixamos de ser o que éramos. Hoje tentam nos transformar em atrativo para reuniões espirituais, falsas organizações com objetivos estranhos e insólitos aspectos imaginativos.

Quase que pensam em fazer novas seitas nas quais seriam os guardiões os maiores mentores e representantes. São os tempos chegados, das doenças espirituais que afloram cada vez mais intensamente nos que se confrontam com a sua consciência e estas parecem ser opções acertadas às inseguranças da alma doente.

Os tempos que se vivem agora, do limiar da chegada da noite até um novo despertar da luz, na escuridão das ruas e das almas, são tempos nos quais nossos trabalhos são mais que nunca solitários, longes progressivamente a cada dia dos religiosos cegos e prisioneiros de seus próprios egos, nas batalhas das forças para arregimentar cada vez maior contingente em lutas tão imaginárias quanto suas mentes podem ser capazes. Estamos em tudo, e cada vez menos nas religiões, mas os tempos urgem que estas retornem à essência da simplicidade e acolhimento. Nosso espaço está menor pois o ego de muitos passam a ocupar os canais propícios às nossas manifestações.

Os tempos que se vivem agora são mesmo diferentes, veja que todos conseguem explicar, todos conseguem definir o que somos e o que fazemos, como agimos, como nos organizamos. A premissa de a organização dos guardiões ser algo fechado, secreto, sigiloso deixou de existir na mentalidade dos autoproclamados organizadores e representantes frente aos homens. Nos inícios dos tempos conscientes dos homens até os dias atuais existem os ditos representantes de nosso Pai. E agora surgem os ditos representantes de nossas organizações. A representação chegou às trevas, veja bem.

Se nem as estruturas secretas de espionagem e inteligência que possuem na Terra, em diversos países, são acessíveis plenamente. Por qual razão nossas estruturas seriam abertas a criaturas tão doentias quanto os que seguem? Por qual razão nossa organização seria exposta e direcionada a interesses materiais?

Sabemos bem qual é o lucro que estes pretensos interlocutores auferem, mas quais seriam as vantagens que teríamos em expor a nossa organização? Qual seria o nosso “lucro”, afinal? Certamente não existe, ao contrário, nos geram mais e mais problemas.

Guardiões não se prendem ao tempo nem ao espaço. Não são definíveis nem explicáveis. Somos sombra, somos a luz e também as trevas. Quando há o pensamento sobre nós, já somos diferentes, transformados e distante deste momento nos quais não poderá nos conter mais. Somos maiores que tudo e menores também. Não tente nos definir nem explicar, simplesmente não conseguirá. Não tente nos aprisionar nem usar, pois somos assim, feitos para sair à frente e abrir os caminhos aos verdadeiramente designados. Mas quando lá estiver, a trilha será sua, e somente sua. Assim como os caminhos de muitos já se abriram não por nossa ação, mas pela mentalidade doentia destas mesmas consciências. E lá os lamentos já são grandes, pois o tempo não nos limita como dito. Este lamento deste texto não é pelos guardiões. Este lamento é para estes que dizem falar em nossos nomes. 

Laroiê. Por Leandro Ortolan, Set/2017. Porto, Portugal.

Contundência 01| O que não te deixam saber

Não estou falando de religiões nem religiosos. Falo sobre a humanidade. E sobre mentiras. E sobre verdades. A grande transformação mundial que se vive e os distúrbios são compreensíveis se existe atenção ao que se esconde por trás de tudo o que se pensa saber. Nem tudo é real.

Ainda há muito a se explorar no conhecimento espiritual – nem arranhamos o que está oculto no conhecimento iniciático – a maior parte encoberta pelas ilusões e fantasias humanas geradas pelas dominações religiosas e políticas.

Quem possui coragem descobre mais, vive melhor e obtém mais da vida. Aos medrosos, restará ficar resistindo contra a evolução da alma e sofrendo com as grandes massas pela ignorância. A alma de uma parcela pequena da humanidade, de forma geral, não aceita mais esta realidade. Há correlação disto com o elevado quadro de depressões e suicídios, que abordaremos oportunamente. A pequena parcela é extremamente mais representativa atualmente, em números absolutos, em uma população de mais de 7 bilhões de humanos. Somos muitos e ainda cegos, na maioria, em uma multidão ainda maior de cegos. Ter um olho, nesta terra, pode não fazer de alguém um rei. Provavelmente fará mais um senhor de escravos.

O que um pensador espiritualista poderia contribuir nos tempos atuais? O que os ditos iniciados espiritualistas que se consideram escolhidos ou messias em batalha contra o bem e o mal fazem além de guiar cegos em suas próprias cegueiras rumo a batalhas imaginárias? O que ditos porta vozes das “verdades evangélicas” pregam que ser inteligentes nas obras de Jesus mais atrapalha que ajuda? Até quando muitos dos chamados médiuns ousarão a falar em nome de espíritos imaginários em seu próprio proveito? Por que ainda se dá mais importância à tecnicidade das religiões do que à essência da racionalidade e do amor?

Existem os sérios e comprometidos com a verdade, e estes são raros e esquecidos. Sim, estamos a falar disto no terceiro milênio. E com pesar ao identificar grandes massas ainda se afinizando com discursos mais paralisantes que evolutivos.

A pseudopigrafia, que consiste em textos antigos aos quais é atribuída falsa autoria é um fato atualmente aceito pelos grandes historiadores em muitos dos trechos da Bíblia – o mais popular livro da humanidade e a base evangélica de nossa civilização ocidental. E isto foi fruto de muitas traduções, revisões, ajustes e fins de poder religioso e político, muitas das vezes não separando um do outro. Também foi um meio de autopreservação em um período de caça às bruxas. A Igreja tem em seu histórico uma refinada arte de manipulação e deturpação dos ditos ensinamentos divinos em seu benefício. E não é só a religião católica, mas muitas outras, e também o espiritualismo que herdou dela este terrível legado. O fator humano é o grande componente de risco nos elevados interesses das religiões organizadas. Mas, o que você tem ver com isto?

Todo este histórico dos ensinamentos deturpados e tendenciosos são estudados nas turmas que temos na MenteNova, em nossos encontros semanais pela internet. O objetivo aqui não é acusar no vazio nenhuma religião ou mesmo religiosos. O objetivo é despertar, libertar e fazer com que você entenda que é uma vítima e algoz de si mesmo – sim, as duas. E isto pode ser modificado com o saber, com o conhecimento. E este saber propiciará uma vida mais próspera, mais prazerosa e onde saberá exatamente o seu lugar neste mundo, sem o vazio da alma que muitas das vezes traz a solidão em meio a multidões e as tristezas em meio a tantas situações que deveriam significar o contrário.

Você é vítima desta ilusão pois não foi inventada por você. Foi imposta desde sempre, e como o ser humano, diferente de outros animais, nasce prematuramente com toda a capacidade de adaptação ao meio ao qual foi gerado, sendo os primeiros anos de vida abertos a novas conexões neurais a formarem toda a forma de pensar, agir e também de comportamento. E por isso você e todos absorvem tudo em tenra infância. Isto não se muda, mas é preciso criar novas conexões, novas formas de se pensar. E o que recebeu é algo passivo de sua vontade. Eis o motivo de ser uma vítima.

Você é algoz de si pelo fato de, em algum momento, ter a sua sensibilidade aflorada – sim, digo sobre mediunidade, e nos primeiros passos partiu para o lugar comum de todos. Acreditou que a mediunidade, uma habilidade da alma presente em todos os humanos neste Planeta, sem exceção, ser um grande instrumento exclusivamente religioso. Grande bobagem. Mediunidade não é algo estritamente religiosa. E mais uma vez, alguns dos religiosos se dizem donos da mediunidade em detrimento ao abrir o conhecimento e explorar todas as possibilidades que esta nova habilidade oferta aos humanos – e oferecem a prisão na religião ao invés da liberdade evolutiva.

Em minhas pesquisas em diversos países verifiquei um grande grau de mediunidade, por exemplo, na Ásia, que residi, onde Alan Kardec é um grande desconhecido, por exemplo. Mas a mediunidade é um fato concreto, assim como a manipulação das energias, o que chamamos de magia. E por qual razão Deus ofertaria a mediunidade a uma ínfima parcela que possui em comum a prática de uma religião mediúnica – menos de 0,1% da humanidade? Estaria sendo Deus justo com os demais humanos? Pois é…

Aos que negam veementemente estas verdades não tenho interesse em debater. Não acredito que seja algo que resultará em algo bom para nenhuma das partes. Trabalho em cima de fatos e estudos, observações e trabalhos de campo. Sou um pesquisador da mediunidade e da espiritualidade há longo tempo – um observador crítico. Por anos vivi no meio ao qual decidi me distanciar, por ter visto o pior que lá existe, as fraudes e a manipulação que hoje multidões seguem e aplaudem. Aos que desejam continuar assim, que continuem, e não verão em mim um combatente destas ilusões insanas. Esta não é a minha missão, que consiste em trilhar um caminho estreito, duro, pedregoso mas iluminado, feliz e libertador.

Quero falar somente aos que não acreditam mais. Aos que só não viraram ateus num mundo de fanáticos e irracionais pois já sentiram em si um Deus de verdade, tão concreto que puderam se confortar em seus caminhos. Aos que não tem para onde ir e buscam e buscam cada vez mais. Se encontram em um lugar, logo se decepcionam. Buscam uma luz que lhes orientem. Prezam pelo conhecimento e não abrem mais a mão de pensarem por si mesmo. Desejam dias melhores e querem se entender mais, tomar novos rumos e serem felizes e prósperos. Serem livres, de verdade.

Se estes quiserem um líder, todavia, não o encontrarão em mim. Pois não sou nem quero ser líder de nada nem ninguém. E, ao contrário dos religiosos, peço que não me sigam. Ao máximo caminhem comigo enquanto eu for interessante aos seus propósitos. Mesmo que dure bastante tempo, não me sigam – não criem esta ilusão. Andaremos juntos, pois cada individualidade possui seu próprio caminho e este é um motivo mais que suficiente para que acredite que não tenha que seguir ninguém. Muitos servirão de companhia em sua caminhada, mas seu caminho é único e só você poderá trilhar. Seguir alguém é perder o bem mais precioso que possui – o tempo.

E, assim, nesta caminhada, eis a possibilidade de aprofundar estes estudos e participar desta comunidade que caminha junta, aprendendo algo mais e acessando um nível maior de conhecimento oculto. Eis o nosso propósito – de libertar pelo conhecimento. Daí viverá uma vida melhor e mais próspera.

E agora você pode acessar a esta nova possibilidade. Encontrará uma ou mais turmas e temas de seu interesse e necessidades. É preciso aprender a ver a luz, a viver na realidade.

Gratidão.

Leandro Ortolan.

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A mediunidade, o espírito e o suicídio

Hoje presenciei uma tentativa de suicídio.

Ainda não está esclarecido nem tenho os detalhes, mas os fatos levam a crer que foi isto. Voltei bem mais cedo de um compromisso e deitei no sofá da sala. Senti frio, peguei uma manta e adormeci. Não faz frio na Tailândia e nunca durmo de dia, muito menos na sala. Minutos depois o sono profundo veio e acordei com um forte barulho. Algumas vozes falando em tailandês, em tom aflitivo. Me veio uma imagem densa nos pensamentos, tentei em vão deixar de lado e voltar a dormir. Não consegui. Fui à janela da sala e nada via. Saí e fui à garagem do prédio, em uma construção anexa e pude ver um corpo caído no chão, quatro andares abaixo. Fiquei confuso sobre o que fazer, ou até mesmo sobre o que pensar.

Escutei uma voz comandando para ir mais perto, o que nunca faço. Mesmo em acidentes sou daqueles que não diminuem a velocidade somente para ver o que ocorreu. Já parei para ajudar logo que ocorreu um acidente, mas nunca paro quando há uma ação de resgate sendo realizada. Nem olho. Não foi por curiosidade que fui. Foi por algo que precisava passar.

Tinham umas 30 pessoas próximas. Eu era uma delas. Já havia uma equipe de médicos e alguns policiais. Sem tumulto, trabalhando para retirar o homem caído. Deveria ter uns 30 anos, ou um pouco mais. Não era tailandês. Era um “gringo”, um “farang”, igual a mim por aqui. Uma jovem senhora pede minha ajuda para carregar a maca. Um policial dá sua anuência. E eu lá, de expectador à participante ativo de um resgate, há menos de dois metros do homem caído, aguardando os médicos o imobilizarem para a remoção.

O corpo retorcido no chão, com movimento parcial e fraturas expostas. O homem não chorava, não falava, nem reclamava. Estava lúcido, mas não emitia nenhum sinal, pois vivia sua apatia em relação àquela situação. Não imagino o que estava se passando na cabeça dele, apenas captava o sofrimento e as densas companhias espirituais próximas. Pude perceber com grande detalhe a grande proteção espiritual que acompanha os profissionais de resgates. Havia uma batalha espiritual ocorrendo ali em forças de vida e morte. Eu ainda estava espiritualmente fora da situação. Estava apenas em corpo. Não interagindo, mas presenciando tudo o que está envolvido numa destas questões. Situações tão complexas para a morte como para a vida, tal qual no engendramento de uma nova encarnação.

Quando levantamos a maca rumo à ambulância pude ver os olhos, pela primeira vez, do homem. Ali não tive como ficar de fora. Senti em meu corpo muitas das dores dele. Percebi a agitação e angústia de tudo aquilo e reagi de forma inconsciente emanando amor, misericórdia. Dando o que há de melhor em mim. Vibrando e doando toda a energia que possuía para afastar toda a escuridão pela luz. Isto durou alguns segundos, ou poucos minutos, até a ambulância. Cheguei emocionado, com os olhos marejados, fora de mim. E seguiram para o hospital. E eu que saíra do apartamento não somente para ver a cena mas também para ir ao mercado e almoçar, antes de saber do se tratava, levei meu plano e segui para o mercado. Não fui logo ao mercado. Sentei em um banco e fiquei a refletir por um longo tempo, enjoado.

A partir daí uma série de coisas aconteceram no meu dia para a conclusão do efeito deste episódio como uma experiência de aprendizado, para mim. Contarei tudo em detalhes em nossa próxima reunião da Escola de Médiuns, compartilhando os conhecimentos. O que posso resumir confirma o que temos dito há tempos: o aumento da sensibilidade mundial tem uma correlação com o processo de transição planetária e uma das consequências tem sido o aumento da depressão e suicídio. Informações estão chegando até nós e estamos voltados a estudar isto em todos os aspectos possíveis. Hoje foi uma aula presencial do cenário atual da humanidade. 

Se você se importa consigo e com o próximo, se se sentiu tocado por este fato, se acompanha o assunto com interesse venha estar presente conosco neste próximo domingo, dia 15/01/2017 às 10:00h – horário de Brasília.

CLIQUE AQUI e faça a sua inscrição gratuita.

Aguardo por você. Neste dia abordaremos este e outros assuntos sobre Mediunidade.

Leandro Ortolan & Amigos, Chiang Mai, Tailândia, 12/janeiro/2017

Ainda lembro deste momento …

“Meu espírito foi um peregrino no tempo contado em milênios. Um espírito que enfrentou lutas inerentes à evolução imposta pelas Leis Cósmicas a quais todos estão sujeitos. Não há como fugir delas e o sofrer ocorre somente nos desvios da evolução. Eu sofri nas existências nas quais preferi ficar adormecido à verdade maior. Um tempo, exaurido em minha própria prisão de carne e osso, me descobri apto a sair da dor e buscar a luz. Todas as forças me levaram a perceber a plenitude da vida e rumei ao que percebem por estado de êxtase. E desde então segui meu caminho sendo tocado em espírito para levar a todos os sinais do Alto, como criança em sua inocência brilhando seus olhos ao receber desejado presente, e me tornei um agente de despertamento humano. Ainda lembro deste momento que tudo mudou. Encarnados em sua maioria padecem de um sonambulismo voluntário causado pelo comodismo dos vícios terrenos e ilusões dos sentidos. As mensagens dos Mestres estão disponíveis há milênios atendendo a todos conforme seu nível evolutivo. Falta ainda à maioria a coragem do abrir os olhos e corações às verdades cósmicas. E eis que a dor se amplifica como um poderoso corretor deste quadro temporário que obscurece a visão e leva à letargia da alma. O nada vira tudo no despertar da alma. Eu sou Tanawat, agente evolutivo do despertar planetário.

A dor. É sobre isto que o espírito Tanawat se baseia.

Maldita dor.

Aquela que consome por dentro, que imobiliza e faz escravos dos medicamentos. Para a dor da alma não se aplicam medicamentos farmacêuticos. Que curam os sintomas e esquecem da causa. As criaturas ainda buscam nos medicamentos da alma a mesma fórmula – aqueles que abrandam os sintomas, anestesiam até que fique suportável e se acostume com a pequena dor, continuando a consumir os medicamentos em doses cada vez maiores. E assim as criaturas optam ao sonambulismo pela anestesia dos falsos profetas, das informações superficiais e da esperança de um resgate que não ocorrerá sem ação. E a dor segue com a consciência. Suportável, mas com altíssimo custo dos anestésicos da alma.

Bendita Dor.

Aquela que e é extrema, que causa desespero e leva o emocional às raias da insanidade, do desentendimento do roteiro da própria vida que se apresenta desconforme com a vontade. Aquela que nenhum medicamento consegue aplacar. A dor que bagunça e mostra o quão sem controle você é, o quão é ilusória a sua capacidade de construir e se manter em zonas de confortos que se desintegram num piscar de olhos desnudando sua alma e empurrando-a para um novo ambiente desconhecido. Esta dor é que movimenta o ser. A dor é uma energia, uma dimensão paralela a qual estamos vivendo simultaneamente em várias existências, um registro akhasico existencial e sempre presente. A dor que transforma.

E a questão é: qual o sentido que filtra e dosa a dor da alma? E como é usado pela espiritualidade para os correntes processos de seleção na transição planetária? Estamos falando de sensibilidade, de mediunidade. E muitos preferem continuar dormindo com anestesias cada vez menos eficientes.

Leandro Ortolan e Amigos, em especial Tanawat, em 09 de janeiro de 2017

Estes são temas que trataremos em nosso próximo Workshop da Escola de Médiuns, no dia 15/01/2017 às 10:00h – CLIQUE AQUI para se cadastrar gratuitamente e participar conosco ao vivo, diretamente da Tailândia.

Você faz isto com você?

Há uma intensa transformação ocorrendo neste exato momento. É verdade que isto sempre ocorreu – a diferença é que atualmente está mais forte do que nunca. A necessidade que todos carregam em si de ficarem satisfeitos, saciados, pois a “fome” da imortalidade e a “sede” da sabedoria estão grandes.

As pessoas começam a descobrir verdadeiramente que não existem plenamente. Até aí, tudo bem. Este “problema” surge quando elas começam a perceber que há mais do que conseguem “ver”. Começam a entender que há mais do que uma vida material equivocada que mede sucesso através de posses, riquezas, status ou mesmo amigos ou popularidade em redes sociais. E a diferença agora é que esta percepção do sublime não foi dada por nenhum guru ou líder espiritual – está sendo percebida no íntimo de forma brutal, na qual a maioria ainda não consegue lidar com isto.

A sensibilidade espiritual está aumentando gradativamente e intensamente em todos.

Para alguns, que se prepararam ou buscam um desprendimento maior e vivem os dias atuais com grande esperança, verdade e sincronicidade. Para estas consciências, em comum uma série de buscas no tempo cronológico, através de literaturas, gurus, religiões, filosofias e onde quer que encontrassem respostas às suas questões íntimas. O gritar da alma acontece, mesmo nas mais singelas expressões da face, pois as máscaras ainda são mantidas, em seus últimos momentos de existência. Os próximos acontecimentos farão estas máscaras caírem, voltarem ao pó, e um novo despertar da consciência e o desvendar da realidade maior ocorrerão.

Para outros resta o previsível e enfadonho apego. Dão de ombros à sensibilidade íntima e ainda apostam na vida puramente material. O ceticismo é elevado como algo supra religioso e o hedonismo como algo dominante na vida, dotando o ego de uma superexposição além do bom senso. Eis que surgem as mais nefastas reverberações sociais nas artes, músicas, política e cultura em geral, revelando no coletivo o que o individual doentio e escondido de cada um apresenta. Nas redes sociais são todos felizes e justos. E por que seria a resultante sociedade algo tão infeliz e injusta?

Para quem tem olhos para ver, que veja o mundo a qual estamos inseridos.

O nome disto é este: sensibilidade. Algo que os humanos ainda não sabem lidar e que as inteligências sublimes apontam há tempos, atingindo um nível extremo atualmente, embora ainda pequeno se comparado ao futuro, ao que está vindo. Um novo sentido, o sexto, está sendo aberto a todos. E o que fazer com isto? Bloquear? Ignorar? É o que muitos tentam fazer, sem sucesso – e resulta a origem das atuais mazelas humanas, das doenças e das manifestações mais extremas que estamos vivendo nos dias atuais. O apego ao passado oferece a melancolia e a cegueira espiritual.

E você? Você faz isto com você?

Este é o perfil de quem acompanha nossos estudos e práticas da sensibilidade em nossa Escola de Médiuns. Sem problemas em usar o termo mediunidade, como nos referimos. Não é religioso, nem com gurus ou nenhum grande segredo inalcançável. É algo que chega aos que estão preparados para novos tempos de plenitude e verdadeira realização íntima.

Por Leandro Ortolan & Amigos, em 06/01/2017, em Chiang Mai, Tailândia.