Transição Planetária é questionável

A lógica – e os fatos – mostram que a Transição Planetária, se for verdadeira, seria algo bem diferente do pensamento difundido até os dias atuais. Informando o uso exagerado de aspas, como forma de questionar, relativizar, me disponho a escrever.

O fundamento da transição planetária é, por si só, questionável. Qual seria o critério fundamental que separaria o “joio” do “trigo”? Quem sairia? Os extremos? Os “melhores” e os “piores”? Somente os piores? Somente os melhores? Todos?

São tantas as questões e uma infinidade de fontes, algumas delirantes, a informar sobre tema tão relevante. É preciso uma nova abordagem, todavia, mais intelectual sobre o tema.

Muitos ainda deliram com o fim do mundo – já com incontáveis agendamentos sem sucesso, com planetas chupões, Nibiru, naves espaciais, guardiões de tudo o que é jeito e diversas outras formas de dar uma forma aceitável para a separação do joio e do trigo. É a necessidade de auto afirmação do inconsciente coletivo em achar que é uma “pessoa boa” e que herdará o Planeta de Regeneração que a Terra se tornará. Saem os “maus” e ficam os bons. Será? Afinal, todos pensam que são “bons”, “inocentes” e “melhores” do que os outros. Use da sinceridade e faça uma autoavaliação sobre si. Pois é.

Ser “bom” não é ser religioso, crente frequente, amigo dos “exus”, “respeitador”, seguidor de fulano ou sicrano. Ser “bom” tem conceitos mais tangíveis como, por exemplo, ter um grau de conhecimento, inteligência, desapego, controle e educação emocionais, amorosidade sincera e incondicional, senso de fraternidade e por aí vai. A moral não é a tônica, e sim a ética.

Muitos se questionarão: e o que tenho que fazer, então? Não é fazer nem acreditar, é SER, enxergar.

Aquilo que chamamos de sistema humano, físico, absorve tais conceitos extrafísicos e já começam a transformação no mundo real…sim, este mundo que acontece fora das redes sociais. O mundo no qual a ilusão tenta concorrer. O mundo real é o que acontece no agora, no presente. Um “sistema” rege este mundo.

Já existe uma massa humana completamente fora do sistema. Para estes, o mundo já acabou, não oferece mais nada além da sobrevivência. É algo fora do alcance, para a grande massa, desfrutar de tudo o que o mundo oferece. Cruel, mas real. E não fui eu quem fiz as regras, apenas tento entendê-las.

Isto existe em todos os lugares. Países miseráveis, pobres, ricos, ocidentais, orientais, crentes, ateus em todos os cantos do Planeta comportam um novo tipo de humano: o “deslocado”. Este “deslocado” é exatamente isto: deslocado. Está fora de um local no qual deveria estar, à margem. Não está dentro do sistema – não há vaga nem qualificação para que esteja. Nem querendo, adentrará facilmente no sistema. Pode parecer cruel, como disse, mas é a realidade, são os fatos incontestes. Não produzem, não pensam, não criam – apenas sobrevivem. Nada do que fazem é pelo livre arbítrio. Este grupo quase já não possui livre arbítrio – perderam a sua mobilidade.

Muitos vivem das migalhas que os governos e instituições ofertam através de seus serviços sociais e de anestesia do pensamento – são fiéis e manipuláveis. Aqui mesmo, na Europa, este fenômeno ocorre em meio a tanta riqueza. Há quem não consiga viver na sociedade, por mais que queira. Em muitos lugares existem vagas de emprego, oportunidades de trabalho das diversas formas e também existem grandes contingentes de pessoas que não conseguem se qualificar para tais trabalhos. As transformações estão acontecendo em todos os campos da sociedade e muitos não conseguem ver, pois perderam a visão da realidade.

As pressões migratórias atuais mostram isto. Há quem lute para estar em outros lugares, “melhores”… resistem a um lugar secundário. Há décadas, séculos, as motivações migratórias eram outras. Hoje é quase uma obsessão. Procuram além disto, o conhecimento, as habilidades, a compreensão. Possivelmente terão melhor sorte. Há quem resista a ficar para trás. E para estes há grandes chances de serem “trigo”. Há, todavia, os que desistem de serem “trigo”, os deprimidos, os infelizes, os endurecidos pela vida. São tantas as possibilidades.

Já está mais evidente a incompatibilidade entre as necessidades do mundo cada vez mais evoluído e o que as grandes massas passam a oferecer. Os trabalhos braçais estão cada vez mais automatizados, as exigências intelectuais para os trabalhos cada vez maiores e a oferta de mão de obra igualmente cada vez mais numerosa. As contas não fecham e o excedente de contingente fora do sistema está a cada dia maior. Se você deseja entender o fluxo da transição planetária, urge entender este fenômeno que descrevi sucintamente. É a separação já se materializando. Em qual grupo você está mais afim?

Seria o mundo físico separado do mundo extrafísico? Não faz sentido. Se algo ocorre aqui, deveria refletir uma realidade maior, multidimensional. E eis o que os crentes, os “deslocados” não conseguem enxergar. Aguardam por um milagre que não existe, assistindo ao “Segredo” na TV, sem anda fazerem além de acumularem informação, muitas das vezes obtidas nas redes sociais, sem entender que informações precisam virar conhecimento, e depois sabedoria. Informação pela informação é descartável e nada acrescenta.

E você pode estar se perguntando: o que isto tem a ver com a transição planetária? Com a espiritualidade? Tudo a ver.

Nas dimensões terrenas, físicas, isto já acontece a olhos vistos. Um certo tipo de separação já se iniciou. Uma separação social com forte apelo na base econômica. O “trigo”, que vive todas as possibilidades de um mundo próspero, tendo a liberdade e mobilidade que deseja, tendo total retribuição do mundo para suas necessidades. E temos o “joio”, que está dentro do mundo mas não totalmente inserido nele. Este “joio” existe, mas não vive completamente. Não possui uma vida plena, e muitos estão anestesiados com ilusões criadas para manter a paz e a ordem. São uma espécie de zumbis, adormecidos, entorpecidos com uma vida de possibilidades limitadas. Sonham acordado.

Esta é a nova realidade que está aí: acesse as informações, pesquisas, dados e poderá perceber que a separação já existe. E o que diferencia as consciências “joio” e “trigo”? Simples – a própria consciência. O “joio” é crente, possui sua base intelectual fortemente em um sistema de crenças que é baseado em experiências de terceiros. Não vive a sua própria – talvez nem consiga. O “trigo” tem sua base intelectual formada através de seus questionamentos, dando grande importância para o seu intelecto e domando o que há de mais forte em si – suas emoções.

Ser “trigo” é pensar, raciocinar, questionar, pulsar pelo autoconhecimento. O primeiro grande passo é se isolar de todas as crenças absorvidas e reconstruí-las, repensar a sua vida, seus relacionamentos, os seus propósitos e aprender sobre forças, energias e possibilidades. Sem isso, não há como ser “trigo”. Apenas “joio”. Há quem seja “joio” e afirme estar bem ser feliz. Estão “certos”. Esta “felicidade” é uma crença a mais e um estado de anestesia da realidade. A felicidade verdadeira só acontece quando há liberdade, livre arbítrio, mobilidade.

Em 2018 teremos um forte foco em tais questões. Desejamos mexer nas bases tradicionais do saber universal. Uma proposta arrojada e sem nenhum tipo de restrições. Afinal, estamos falando para que está “trigo”. Somente “joio” seria contra um estudo destes.

Participe conosco às segundas-feiras, ao vivo pela internet, com Leandro Ortolan, diretamente da Europa, e entenda mais sobre si e seu estado evolutivo, sem dogmas, religiões e quaisquer outros tipos de aprisionamentos da mente e do espírito. Solte a sua consciência. Não tenha medo. Seja você, pura e lindamente você. Acesse o CADASTRO GRATUITO (clique aqui) e venha estudar conosco.

Contundência 01| O que não te deixam saber

Não estou falando de religiões nem religiosos. Falo sobre a humanidade. E sobre mentiras. E sobre verdades. A grande transformação mundial que se vive e os distúrbios são compreensíveis se existe atenção ao que se esconde por trás de tudo o que se pensa saber. Nem tudo é real.

Ainda há muito a se explorar no conhecimento espiritual – nem arranhamos o que está oculto no conhecimento iniciático – a maior parte encoberta pelas ilusões e fantasias humanas geradas pelas dominações religiosas e políticas.

Quem possui coragem descobre mais, vive melhor e obtém mais da vida. Aos medrosos, restará ficar resistindo contra a evolução da alma e sofrendo com as grandes massas pela ignorância. A alma de uma parcela pequena da humanidade, de forma geral, não aceita mais esta realidade. Há correlação disto com o elevado quadro de depressões e suicídios, que abordaremos oportunamente. A pequena parcela é extremamente mais representativa atualmente, em números absolutos, em uma população de mais de 7 bilhões de humanos. Somos muitos e ainda cegos, na maioria, em uma multidão ainda maior de cegos. Ter um olho, nesta terra, pode não fazer de alguém um rei. Provavelmente fará mais um senhor de escravos.

O que um pensador espiritualista poderia contribuir nos tempos atuais? O que os ditos iniciados espiritualistas que se consideram escolhidos ou messias em batalha contra o bem e o mal fazem além de guiar cegos em suas próprias cegueiras rumo a batalhas imaginárias? O que ditos porta vozes das “verdades evangélicas” pregam que ser inteligentes nas obras de Jesus mais atrapalha que ajuda? Até quando muitos dos chamados médiuns ousarão a falar em nome de espíritos imaginários em seu próprio proveito? Por que ainda se dá mais importância à tecnicidade das religiões do que à essência da racionalidade e do amor?

Existem os sérios e comprometidos com a verdade, e estes são raros e esquecidos. Sim, estamos a falar disto no terceiro milênio. E com pesar ao identificar grandes massas ainda se afinizando com discursos mais paralisantes que evolutivos.

A pseudopigrafia, que consiste em textos antigos aos quais é atribuída falsa autoria é um fato atualmente aceito pelos grandes historiadores em muitos dos trechos da Bíblia – o mais popular livro da humanidade e a base evangélica de nossa civilização ocidental. E isto foi fruto de muitas traduções, revisões, ajustes e fins de poder religioso e político, muitas das vezes não separando um do outro. Também foi um meio de autopreservação em um período de caça às bruxas. A Igreja tem em seu histórico uma refinada arte de manipulação e deturpação dos ditos ensinamentos divinos em seu benefício. E não é só a religião católica, mas muitas outras, e também o espiritualismo que herdou dela este terrível legado. O fator humano é o grande componente de risco nos elevados interesses das religiões organizadas. Mas, o que você tem ver com isto?

Todo este histórico dos ensinamentos deturpados e tendenciosos são estudados nas turmas que temos na MenteNova, em nossos encontros semanais pela internet. O objetivo aqui não é acusar no vazio nenhuma religião ou mesmo religiosos. O objetivo é despertar, libertar e fazer com que você entenda que é uma vítima e algoz de si mesmo – sim, as duas. E isto pode ser modificado com o saber, com o conhecimento. E este saber propiciará uma vida mais próspera, mais prazerosa e onde saberá exatamente o seu lugar neste mundo, sem o vazio da alma que muitas das vezes traz a solidão em meio a multidões e as tristezas em meio a tantas situações que deveriam significar o contrário.

Você é vítima desta ilusão pois não foi inventada por você. Foi imposta desde sempre, e como o ser humano, diferente de outros animais, nasce prematuramente com toda a capacidade de adaptação ao meio ao qual foi gerado, sendo os primeiros anos de vida abertos a novas conexões neurais a formarem toda a forma de pensar, agir e também de comportamento. E por isso você e todos absorvem tudo em tenra infância. Isto não se muda, mas é preciso criar novas conexões, novas formas de se pensar. E o que recebeu é algo passivo de sua vontade. Eis o motivo de ser uma vítima.

Você é algoz de si pelo fato de, em algum momento, ter a sua sensibilidade aflorada – sim, digo sobre mediunidade, e nos primeiros passos partiu para o lugar comum de todos. Acreditou que a mediunidade, uma habilidade da alma presente em todos os humanos neste Planeta, sem exceção, ser um grande instrumento exclusivamente religioso. Grande bobagem. Mediunidade não é algo estritamente religiosa. E mais uma vez, alguns dos religiosos se dizem donos da mediunidade em detrimento ao abrir o conhecimento e explorar todas as possibilidades que esta nova habilidade oferta aos humanos – e oferecem a prisão na religião ao invés da liberdade evolutiva.

Em minhas pesquisas em diversos países verifiquei um grande grau de mediunidade, por exemplo, na Ásia, que residi, onde Alan Kardec é um grande desconhecido, por exemplo. Mas a mediunidade é um fato concreto, assim como a manipulação das energias, o que chamamos de magia. E por qual razão Deus ofertaria a mediunidade a uma ínfima parcela que possui em comum a prática de uma religião mediúnica – menos de 0,1% da humanidade? Estaria sendo Deus justo com os demais humanos? Pois é…

Aos que negam veementemente estas verdades não tenho interesse em debater. Não acredito que seja algo que resultará em algo bom para nenhuma das partes. Trabalho em cima de fatos e estudos, observações e trabalhos de campo. Sou um pesquisador da mediunidade e da espiritualidade há longo tempo – um observador crítico. Por anos vivi no meio ao qual decidi me distanciar, por ter visto o pior que lá existe, as fraudes e a manipulação que hoje multidões seguem e aplaudem. Aos que desejam continuar assim, que continuem, e não verão em mim um combatente destas ilusões insanas. Esta não é a minha missão, que consiste em trilhar um caminho estreito, duro, pedregoso mas iluminado, feliz e libertador.

Quero falar somente aos que não acreditam mais. Aos que só não viraram ateus num mundo de fanáticos e irracionais pois já sentiram em si um Deus de verdade, tão concreto que puderam se confortar em seus caminhos. Aos que não tem para onde ir e buscam e buscam cada vez mais. Se encontram em um lugar, logo se decepcionam. Buscam uma luz que lhes orientem. Prezam pelo conhecimento e não abrem mais a mão de pensarem por si mesmo. Desejam dias melhores e querem se entender mais, tomar novos rumos e serem felizes e prósperos. Serem livres, de verdade.

Se estes quiserem um líder, todavia, não o encontrarão em mim. Pois não sou nem quero ser líder de nada nem ninguém. E, ao contrário dos religiosos, peço que não me sigam. Ao máximo caminhem comigo enquanto eu for interessante aos seus propósitos. Mesmo que dure bastante tempo, não me sigam – não criem esta ilusão. Andaremos juntos, pois cada individualidade possui seu próprio caminho e este é um motivo mais que suficiente para que acredite que não tenha que seguir ninguém. Muitos servirão de companhia em sua caminhada, mas seu caminho é único e só você poderá trilhar. Seguir alguém é perder o bem mais precioso que possui – o tempo.

E, assim, nesta caminhada, eis a possibilidade de aprofundar estes estudos e participar desta comunidade que caminha junta, aprendendo algo mais e acessando um nível maior de conhecimento oculto. Eis o nosso propósito – de libertar pelo conhecimento. Daí viverá uma vida melhor e mais próspera.

E agora você pode acessar a esta nova possibilidade. Encontrará uma ou mais turmas e temas de seu interesse e necessidades. É preciso aprender a ver a luz, a viver na realidade.

Gratidão.

Leandro Ortolan.

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Muitos são ricos sem saber. Você é?

Para tudo há um custo. Não há nada de graça no mundo. O mundo é material e a sobrevivência depende de recursos igualmente materiais. Quando há algo “de graça”, há alguém que paga por isto. O “de graça” é mais uma ilusão criada, assim como tudo, e mais prende do que liberta. Este é o preço do “de graça”: a dependência.

O fato é que muitos se contentam com uma situação de prisão quase voluntária à vida que leva – achando que ela é a forma mais “barata” para sobreviver, ou mesmo a única forma acessível a ela, sem ter como optar por algo diferente, melhor. Até funciona por algum tempo, quando ocorre o despertar da consciência.

Há também um custo para você despertar, que irá ocorrer sem que você decida sobre isto. Este despertar nunca trará paz. Ao contrário, trará vontades, medos, angústias e todos os sentimentos contraditórios dentro de si. O despertar é incômodo. Dói, por vezes. E a partir daí é que os problemas se iniciam. Alguns optam por enfrentar, e vencem, sempre. Não importa o tempo, a opção de enfrentar sempre levará à evolução, à vitória.

A maioria, entretanto, apenas anestesia seus incômodos, criam ilusões e passam a viver uma vida de mentiras. Estes são ricos. Milionários energéticos. Ou melhor: novos ricos, novos milionários.

Tudo, neste mundo viciado que habitamos, pertence a um determinado padrão que se repete. Já conheceu alguém que ficou rico repentinamente? Os valores desta pessoa mudam, os exageros se tornam visíveis e ficam insuportavelmente previsíveis, como todos os padrões de novos ricos, ostentando algo que de fato não conquistaram. Patéticos, por vezes.

Os novos ricos energéticos se comportam igualmente. Verificam com o seu despertar que possuem riqueza energética, que tudo lhe é permitido e passam a viver uma vida de ostentação energética. Logo percebem, como os novos ricos do dinheiro, que passam a criar ilusões que se materializam ao seu redor e a riqueza passa a ficar minguante. Por isso novos ricos do dinheiro geralmente ficam pobres em pouco tempo. Quantos que ganham na loteria e logo não possuem mais nada? Igualmente, os novos ricos energéticos acabam no limbo de suas ilusões, sem energias para sair do lugar – estão presos em si.

O que não entendem é que o despertar exige mudança e investimento. Ao investir, recebem o retorno, e prosseguem com mais recursos. Continuar a manter suas vidas do passado, em suas chamadas “zonas de conforto” é uma decisão que sempre acaba mal. Não há jeitinho na evolução consciencial. Quem decide financiar a vida de luxo energético, sem retorno, acaba mal. Não investem, gastam, e a vida cobra o preço. Ilusões, como sempre, são apenas ilusões, e passageiras.

Pois é: mudar tem um custo de investimento – e geralmente é algo mensurável, seja em dinheiro, tempo ou energia. Não mudar é algo mais caro ainda, e não é investimento – é um beco sem saída. E quem paga este preço um dia fica miserável, pois o dinheiro até pode continuar a fluir, o que duvido, mas o tempo e a energia se esgotam com tamanha velocidade que nem se percebe.

E você: Já sabe qual o preço de não mudar? O que está alocando em recursos como o seu tempo, dinheiro e energia? Já calculou o preço da mudança que deseja e o custo que está pagando para ficar do jeito que está neste momento?

Pois é. Pois é.

Quer saber mais? Vamos abordar este e outros temas energéticos, incluindo as cargas densas energéticas que pessoas acumulam em si, ampliando ainda mais a sua intoxicação energética. CLIQUE AQUI e participe conosco de nossos encontros ao vivo, pela internet, gratuitamente. Comece agora, investindo seu tempo e energia em aprender novas perspectivas para a sua vida.