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Maria era terra. Carlos era água. O que resultou?

Maria era uma mulher como tantas outras. Com seus grilos e a necessidade de ser cuidada, amada. Longe de se sentir inferior, ela sentia a necessidade de um parceiro que cuidasse dela, e apenas dela. Algo que não conseguia explicar, mas que sentia. Não se importava com muitas coisas ao seu redor, não se identificava com nenhum rótulo, apenas sentia precisar ser a parceira ideal, de sentir a proteção que idealizava e buscar nas relações o conceito de felicidade que nutria desde sempre.

Carlos era um homem ávido pelos prazeres do sexo. Desde cedo, tudo o que fazia em sua vida tinha como motivação o destaque para que o sexo oposto. Gostava de ser admirado pelas mulheres, se sentia bem quando olhares eram direcionados a si. Seu ego inflava e seu corpo reagia com grandes doses hormonais da satisfação e felicidade. Corria riscos para conquistar as mulheres que desejava. Afirmava seu poder masculino ao seduzir todos os tipos de mulheres a sua cama.

Nem Maria nem Carlos se preocupavam com nada além de suas necessidades imediatas. Suas emoções eram inconscientes e arrebatadoras, dominavam a ambos sem dificuldades. Seus desejos distintos e complementares. Assim, ao se conhecerem, ele sendo empático e percebendo o que Maria desejava e ela se ajustando às ações de Carlos, acreditaram que eram almas gêmeas quando a paixão tomou conta deles de forma tão arrebatadora. Os momentos mágicos eram quando Carlos cortejava Maria, para Maria. Para Carlos era nos orgasmos mais intensos que sentia. Logo se viram casados e comprometidos a viverem juntos até a eternidade. Ou quase isto.

O que não era consciente para ambos era a matriz energética que possuem. Nem as leis energéticas dos relacionamentos afetivos. Maria e Carlos, como você, são seres energéticos. E, portanto, seus comportamentos, ações e emoções tem como premissa o tipo predominante e as composições energéticas que possuem. A combinação destas energias distintas é o que chamamos de matriz energética – que é individual, única e expressa nossa personalidade.

Maria tinha como base energética o elemento terra, quando a sensação de preservação, sobrevivência e medos são prioridades. Por isso buscava a segurança em um relacionamento. Ainda um sentido ancestral humano. A materialização do amor para ela é ter a sensação de possuir o parceiro sempre perto de si. Para isto ela se molda, tornando-se a mulher perfeita ao mesmo. Oferecer o melhor sexo possível, no caso de Carlos, foi o que achava ser necessário e logo se viu correspondida. Sim, ela tinha prazer também nas relações, era honesta, mas prazer não era a sua prioridade.

As necessidades de Carlos foram atendidas naquele momento. As reações hormonais ajudam a enxergar somente Maria como parceira. Ele se desfez de todos os casos amorosos. Ele está feliz e saciado. Maria se sente segura, protegida e considera que Carlos seja seu, e somente seu. O tempo passa… e algo acontece.

Diferente da base de Maria, terra, a base energética de Carlos é a água – da mobilidade, dos desejos, dos prazeres, da empatia e das culpas. Nos primeiros momentos de sua paixão ele se considerou saciado. Tinha encontrado a mulher perfeita. A companheira ideal. Uma pessoa fiel, confiável e sempre responsiva a seus anseios. Aceitou, portanto, o compromisso de longa data, pois não precisaria mais buscar o que tinha em abundância no momento. O tempo passa…

Água e terra… se há muita água, resulta em lama, deixando a terra disforme, dissolvida. Se há muita terra, a água fica imperceptível, absorvida. Se há equilíbrio, algo como argila se forma, podendo ser moldado, adaptando-se aos tempos.

Infelizmente o tempo fez com que a terra de Maria fosse tomando conta da relação. Sentindo-se segura com Carlos, deixou o sexo para o plano secundário. Apostou na amizade pois sentia que o amor estava consolidado. Logo que Carlos descobriu-se com uma amiga, e não mais uma amante, ficou sufocado com tanta água que carregava em si – mesmo amando-a. Não tardou a ocorrer a traição. Carlos carregava, a partir daí, a culpa por ter traído Maria, embora não se arrependesse do ato em si, pois teve prazer há tempos não percebido. Amava Maria. Mas traía. Para alguns algo impossível.

Este fato é verdadeiro e aconteceu com um casal mapeado energeticamente pela metodologia Fator E. Embora milhares, ou milhões, de histórias iguais ou parecidas com estas estejam acontecendo neste exato momento.

Pessoas são energias. Nada dura sem atender às características energéticas que possuem. Existem algumas leis que regem estas conexões energéticas. E isto fica muito mais evidente nas relações que possuem, em todos os aspectos, pois as energias passam a interagir sendo simpáticas ou antagônicas. Por isso o autoconhecimento energético é importante. A partir dele tudo passa a ser melhor. A vida fica melhor, pois ela também é energia.

Carlos e Maria ainda estão juntos atualmente. Se amam. Quase que superaram a grande decepção que viveram. Já compreendem o que ocorreu. Eles trabalham em si o perdão. E também entendendo como lidar com suas limitações emocionais e expandir sua visão da relação. Descobriram um novo sentido espiritual em suas vidas. Estão começando de novo, sem as ilusões de antes e com base na realidade. Estão, de fato, vivendo e evoluindo.

Faça o seu mapeamento energético e obtenha autoconhecimento para a sua vida, a partir de suas relações. Entender a si e a quem ama é algo importante. Concorda? CLIQUE AQUI para saber mais.