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Ainda lembro deste momento …

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“Meu espírito foi um peregrino no tempo contado em milênios. Um espírito que enfrentou lutas inerentes à evolução imposta pelas Leis Cósmicas a quais todos estão sujeitos. Não há como fugir delas e o sofrer ocorre somente nos desvios da evolução. Eu sofri nas existências nas quais preferi ficar adormecido à verdade maior. Um tempo, exaurido em minha própria prisão de carne e osso, me descobri apto a sair da dor e buscar a luz. Todas as forças me levaram a perceber a plenitude da vida e rumei ao que percebem por estado de êxtase. E desde então segui meu caminho sendo tocado em espírito para levar a todos os sinais do Alto, como criança em sua inocência brilhando seus olhos ao receber desejado presente, e me tornei um agente de despertamento humano. Ainda lembro deste momento que tudo mudou. Encarnados em sua maioria padecem de um sonambulismo voluntário causado pelo comodismo dos vícios terrenos e ilusões dos sentidos. As mensagens dos Mestres estão disponíveis há milênios atendendo a todos conforme seu nível evolutivo. Falta ainda à maioria a coragem do abrir os olhos e corações às verdades cósmicas. E eis que a dor se amplifica como um poderoso corretor deste quadro temporário que obscurece a visão e leva à letargia da alma. O nada vira tudo no despertar da alma. Eu sou Tanawat, agente evolutivo do despertar planetário.

A dor. É sobre isto que o espírito Tanawat se baseia.

Maldita dor.

Aquela que consome por dentro, que imobiliza e faz escravos dos medicamentos. Para a dor da alma não se aplicam medicamentos farmacêuticos. Que curam os sintomas e esquecem da causa. As criaturas ainda buscam nos medicamentos da alma a mesma fórmula – aqueles que abrandam os sintomas, anestesiam até que fique suportável e se acostume com a pequena dor, continuando a consumir os medicamentos em doses cada vez maiores. E assim as criaturas optam ao sonambulismo pela anestesia dos falsos profetas, das informações superficiais e da esperança de um resgate que não ocorrerá sem ação. E a dor segue com a consciência. Suportável, mas com altíssimo custo dos anestésicos da alma.

Bendita Dor.

Aquela que e é extrema, que causa desespero e leva o emocional às raias da insanidade, do desentendimento do roteiro da própria vida que se apresenta desconforme com a vontade. Aquela que nenhum medicamento consegue aplacar. A dor que bagunça e mostra o quão sem controle você é, o quão é ilusória a sua capacidade de construir e se manter em zonas de confortos que se desintegram num piscar de olhos desnudando sua alma e empurrando-a para um novo ambiente desconhecido. Esta dor é que movimenta o ser. A dor é uma energia, uma dimensão paralela a qual estamos vivendo simultaneamente em várias existências, um registro akhasico existencial e sempre presente. A dor que transforma.

E a questão é: qual o sentido que filtra e dosa a dor da alma? E como é usado pela espiritualidade para os correntes processos de seleção na transição planetária? Estamos falando de sensibilidade, de mediunidade. E muitos preferem continuar dormindo com anestesias cada vez menos eficientes.

Leandro Ortolan e Amigos, em especial Tanawat, em 09 de janeiro de 2017

Estes são temas que trataremos em nosso próximo Workshop da Escola de Médiuns, no dia 15/01/2017 às 10:00h – CLIQUE AQUI para se cadastrar gratuitamente e participar conosco ao vivo, diretamente da Tailândia.

WORKSHOP SOBRE MEDIUNIDADE

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